"Mens sana in corpore sano"
- Apr 2, 2017
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O CORPO
A busca pela perfeição é um dos fatores que nos levam a conseguir coisas melhores e que trazem benefícios, seja pro corpo ou pra alma, e isso é válido também na hora de preparar a comida. Afora os momentos de loucura como fast food, frutas e sorvetes são bem vindos. Comida saudável e que tenha um gosto bom traz o equilíbrio que é melhor que exagero quando se trata do que comer, Pratos cuidadosamente preparados com ingredientes selecionados podem sempre ser uma prioridade. Que tal um sushi?
O sushi é o mais conhecido dos pratos japoneses no mundo, e o mais popular no Japão também. Nada mais é que um bolinho de arroz com peixe cru, mas pode ter diversas formas de preparo e consequentemente, vários nomes igualmente diferentes. Norimaki, É um sushi às avessas. Neste tipo, o arroz recobre as algas, que, por sua vez, são recheadas com vários tipos de peixes, legumes e até frutas. No Brasil, a manga é utilizada na confecção deste tipo de sushi; Temaki, Um dos tipos de sushi mais populares no brasil, o temaki é um cone de algas recheado com arroz, peixe cru ou frutos do mar e legumes; Sashimi, Fatias de peixe cru degustadas com shoyu (molho de soja) e wasabi (raiz forte). Os japoneses comem alguns diferentes tipos de peixes crus. É óbvio que o peixe tem de estar o mais fresco possível. O Sukyaki é um cozido feito com diversos ingredientes, dentre eles carne fatiada, diversas verduras, udon, cogumelo shitake, entre outras coisas. É um dos pratos mais famosos da comida japonesa, sendo servido principalmente no inverno. Frutos do mar e vegetais empanados e fritos em óleo fervente. Foi introduzido no Japão pelos portugueses. Hoje em dia, tornou-se um dos pratos mais populares da comida japonesa, e também bem conhecido no mundo todo. Existem algumas opções de Uramaki, as mais conhecidas são Uramaki de Salmão, que é feito de: arroz com gergelim, nori, salmão, cream cheese e cebolinha. E também temos o califónia, que leva: arroz, nori, manga, pepino e kani-kama.

OS SENTIMENTOS
Todos nós fomos criados aprendendo que existiam emoções boas e ruins. Sentimentos que fariam de nós pessoas boas e sentimentos que nos desabonariam e nos colocariam em uma categoria de não-merecimento de amor, reconhecimento e admiração dos demais. Ter aprendido que existem coisas que podemos sentir e coisas que não deveríamos sentir nunca criou a maior confusão no modo como lidamos com os nossos sentimentos e nossa vida emocional. A verdade é que não existem emoções positivas ou negativas. Emoções são emoções, bom ou ruim é o que fazemos com elas. Podemos sentir inveja de alguém e utilizar esta energia para construir uma vida mais plena e feliz, usando a inveja como uma bússula de onde queremos chegar e do que queremos viver, ou podemos comprar uma arma e matar a pessoa que estamos invejando - a inveja é a mesma. Emoções são emoções, e apenas pela semântica da palavra já temos a ideia de movimento; mas será que permitimos que aquilo que sentimos se mova dentro de nós? Nenhuma emoção permanece sendo sentida para sempre. Emoções são energia em movimento e, se nos permitirmos entrar em contato com cada uma delas que nos habita e esperarmos tempo o suficiente, elas simplesmente passam. Dão origem à outra coisa. Se desdobram, se transformam, se sucedem em um vai e vem que faz parte de nossa natureza cíclica.

Da mesma forma que as árvores florescem na primavera, alcançam o apogeu de sua vitalidade no verão, perde suas folhas no outono e chegam a parecer mortas no inverno para, logo em seguida, ressurgirem imponentes e vistosas na próxima primavera... Nós sentimos raiva, medo, tristeza e alegria, uma emoção se transformando na outra e influenciando na forma com que vamos criando nossa realidade. Sem raiva não conseguimos ter energia para dar um passo na direção de algo novo, da mesma forma que sem tristeza não conseguimos experimentar o luto que, tantas vezes, faz parte de nossos processos vitais. O medo saudável é o que vem garantindo a preservação de nossa vida sobre a face da Terra, e a alegria é o que nos faz perceber que estamos no lugar certo, fazendo a coisa certa. Uma vida sem a diversidade emocional se tornaria seca, murcha e morta. Tente imaginar um planeta Terra vivendo um eterno verão e o que você teria seria um enorme e devastador deserto.
O que você vem sentindo? Pare de fugir do que você sente! Escreva, com riqueza de detalhes, absolutamente tudo o que vem ocupando sua vida emocional - mas não se preocupe em atribuir motivos ou explicar o porque dos seus sentimentos. Simplesmente coloque no papel o nome de todas as emoções e sentimentos que vem ocupando o seu coração. Não use subterfúgios para não sentir o que você está sentindo. Não use drogas, não fume, não se distraia. Se possível, não vá ao mercado e nem faça compras no shopping. Evite qualquer coisa que te afaste do que você sente e de como vem se sentindo em relação a sua própria vida. Ao final do dia, escreva como foi estar com suas emoções ao longo do dia. Será transformador!!
OS PENSAMENTOS
Às vezes não percebemos de que modo determinada questão interfere em nossas vidas. Não somos capazes de mensurar todas as instâncias que se vêm contaminadas por este problema e, por isso, não nos colocamos em movimento para mudar um comportamento, encerrar uma relação ou adquirir determinado hábito. Sabemos que estamos descontentes, infelizes. Percebemos que existe algo de errado acontecendo mas, quando olhamos apenas para os problemas que se descortinam à nossa volta de modo mais imediato, eles até que nos parecem inofensivos. Nada do que nos incomoda incomoda o suficiente para que tenhamos motivação e ânimo para sair de nossas zonas de conforto para mudar o que quer que seja.
"Não tenha pensamentos, pense!" Sócrates É muito importante que estejamos conscientes de todas as áreas da sua vida que estão sendo afetadas por este problema, porque se libertar dele se torna bem mas fácil se você estiver plenamente motivado a colher todas as características positivas desta mudança em sua vida - que irá se expressar de inúmeras formas. Por isso, é da maior urgência que você se dê conta de tudo o que está acontecendo apenas porque sua Prisão existe.
Faça um levantamento de todas as áreas da sua vida que estão sendo contaminadas pela sua Prisão - e, talvez, você tenha se dado conta de que ela influencia coisas que, num primeiro momento, não fazia nem ideia que estavam ali, contaminadas. Tentemos enxergar como seriam nossas vidas caso fôssemos Livres. Estes dois exercícios são importantíssimos para o processo de Libertação, pois nos dão combustível e direção para seguir firmes em nosso propósito, independentemente do que isso custe em termos de entrarmos em contato com a dor. Independentemente do quanto incomode estar frente a frente com o lado mais obscuro de nós mesmos. Mas para que qualquer mudança ocorra, é necessário que abramos espaço. Literalmente. De todas as coisas que você possui, de quantas você realmente faz uso? Coisas físicas, mesmo. Quantos sapatos você realmente calça? De quantas camisas ou casacos você precisa? Quantos cremes para o corpo ou para o rosto ou para o cabelo você tem? Saiba que cada coisa que você possui, que você chama de sua, tem uma parcela importante e significativa da sua energia nela investida. A proposta é, justamente, o DESTRALHE. Quem tem mais coisas do que precisa ou do que usa tem menos espaço para receber aquilo que verdadeiramente quer. Se você é destas pessoas que vivem guardando roupas maiores ou menos porque acha que um dia pode engordar ou emagrecer, ou que insiste em guardar aquele liquidificador quebrado porque um dia vai criar coragem de levar para o conserto, faça o dia de hoje é para você.
DIREÇÃO
Nisargadatta Maharaj, mestre védico sul-indiano, diz que "A vida é amor, e o amor é vida. O que mantém o corpo unido, se não o amor? O que é o desejo, além do amor da personalidade? E o que é o conhecimento que não o amor pela verdade? Os meios e formas podem estar errados, mas o motivo ulterior é sempre o amor - amor por mim e pelo que é meu. O eu e o que é meu podem ser pequenos, ou podem explodir e abraçar o Universo, mas o amor continua". Você percebe? Percebe como o amor é a origem da sua vida, a causa e a cura de tudo o que existe? No livro Um Curso Em Milagres é apresentada a ideia de que nós não temos nada a aprender, nada a evoluir e nem a desenvolver - nós só precisamos nos lembrar. Nos lembrar da verdadeira natureza de nossas vidas e do verdadeiro sentido das coisas: amar, cada vez mais. Mas nós apenas conseguimos fazer pelo nosso próximo o que somos capazes de fazer por nós mesmos. Nós apenas conseguimos dar ao outro na medida em que somos capazes de dar a nós mesmos - este é o sentido do amor, um transbordamento. Dar ao outro o que não somos capazes de dar a nós mesmos não é amor, é carência - mais cedo ou mais tarde cobraremos o bem que fizemos, e ai do outro se não corresponder às nossas atitudes e à nossa entrega. Por isso, a tarefa mais importante da vida de todos nós é aprender a amar a nós mesmos da forma mais intensa e abrangente possível. Amar sem condições e nem "e se's". Amar sem precedentes. Independentemente de você ter sido capaz de chegar até o final deste desafio, independentemente do quanto você conseguiu estar em dia com suas tarefas, independentemente se tomou o suco todos os dias ou fez suas aulas de Yoga. Pense em um bebê recém-nascido: ele precisa fazer algo para ser merecedor de amor? E porque você acha que é diferente dele? porque tem que fazer mais coisas do que ele, que simplesmente existe, para merecer o seu próprio amor? Quando você fizer tal coisa, quando você conseguir tal feito, quando for capaz de atingir tal objetivo - aí você vai merecer seu próprio amor. Errado! Agir desta forma é o mesmo que olhar para sua imagem refletida no espelho e dizer a ela que você só vai sorrir se ela sorrir primeiro. Não vai acontecer. Você só vai se sentir pleno com a sua vida quando for capaz de amar cada aspecto da sua existência - que é a própria existência divina.
Flávia Melissa, Desafio da libertação, 2017



















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