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ONCE UPON

A TIME

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ONCE UPON A TIME

Once Upon a Time é uma série de televisão americana de drama e fantasia criada por Adam Horowitz e Edward Kitsis. Estreou em 23 de outubro de 2011 e terminou em 18 de maio de 2018, na emissora ABC. A série segue vários personagens de contos de fadas que foram trazidos para o mundo real e tiveram suas memórias originais roubadas por uma maldição poderosa. As primeiras seis temporadas se passam na cidade fictícia de Storybrooke, com Emma Swan sendo a personagem principal, enquanto a sétima temporada se passa em um bairro de Seattle chamada Hyperion Heights, com uma nova narrativa principal liderada por Henry Mills, agora adulto. Em fevereiro de 2018, foi anunciado que a sétima temporada seria a última temporada da série.[2]

Sinopse

 

Nas primeiras seis temporadas, a série se passa na cidade fictícia de Storybrooke, no Maine, cujos moradores são todos personagens de contos de fadas que foram transportados da Floresta Encantada para o "mundo real" através de uma poderosa maldição obtida através de Rumplestiltskin e lançada pela Rainha Má Regina. Após perderem a memória de suas vidas na Floresta Encantada, cada personagem ganhou uma nova identidade com empregos adaptados ao mundo moderno. A única esperança para eles reside em Emma Swan, filha de Branca de Neve e do Príncipe Encantado, que foi transportada ainda bebê para o mundo real, antes que a maldição fosse lançada. Como tal, ela é a única destinada a quebrar a maldição e restaurar as memórias perdidas dos personagens.

 

Emma é auxiliada por seu filho, Henry, o qual reencontrou recentemente depois de tê-lo entregado para a adoção logo após seu nascimento. Henry tem um livro de contos de fadas, que contém as histórias que foram apagadas após a maldição, sendo também o responsável por fazer Emma acreditar na magia e quebrar a maldição, devolvendo a todos suas memórias. Henry também é o filho adotivo de Regina, criando um conflito e um interesse em comum entre as duas.

Na reinicialização da sétima temporada, Henry Mills, agora adulto, junto com Regina, Capitão Gancho e Rumplestiltskin, se encontram anos depois no bairro de Hyperion Heights, em Seattle, onde personagens de um reino diferente foram trazidos por uma nova maldição. Com a esperança de restaurar as memórias de sua família, Lucy tenta convencer seus pais, Henry e Cinderella, da verdadeira natureza de Hyperion Heights, no meio de perigos emergentes que envolvem Lady Tremaine e Mãe Gothel.

Os episódios geralmente têm um segmento que dá detalhes das vidas dos personagens no passado, que, quando colocados em ordem, adiciona uma peça ao enigma dos personagens e sua conexão com os eventos que precederam a maldição e suas consequências. O outro, definido no presente, segue um padrão semelhante com um resultado diferente, mas também entrega ideias similares.

1ª temporada (2011–2012)

Ver artigo principal: Once Upon a Time (1.ª temporada)

A série começa com a Rainha Má interrompendo o casamento da Branca de Neve e o Príncipe Encantado, anunciando que ela planeja destruir a felicidade de todos lançando uma maldição sobre todos do reino, que os levará a um lugar onde só ela terá um "final feliz". A maioria dos personagens de contos de fadas são transportados para a cidade de Storybrooke, onde eles foram despojados de suas memórias e identidades reais, além do congelamento, onde todos fazem todo dia a mesma coisa sem um motivo claro. Em seu aniversário de 28 anos, Emma Swan é levada até Storybrooke por Henry Mills, seu filho que dera para a adoção ainda bebê, na esperança de quebrar a maldição lançada por Regina Mills (sua mãe adotiva), a prefeita da cidade.

2ª temporada (2012–2013)

Ver artigo principal: Once Upon a Time (2.ª temporada)

Apesar de Emma ter quebrado a maldição, nenhum dos personagens voltam para a Floresta Encantada, ficando com suas memórias reais. Agora, todos tem que lidar com suas próprias identidades duplas, e com a introdução da magia em Storybrooke, o que torna os destinos dos dois mundos interligados, o que traz novas ameaças. Somos apresentados a dois novos vilões, o Capitão Gancho e a mãe de Regina, Cora, também conhecida como Rainha de Copas. Dois agentes do nosso mundo também se infiltram em Storybrooke, com a missão de destruir a magia. Somos apresentados a Neal Cassidy / Baelfire, o pai biológico de Henry e filho de Rumplestiltskin.

3ª temporada (2013–2014)

Ver artigo principal: Once Upon a Time (3.ª temporada)

Os personagens tentam resgatar Henry das garras de Peter Pan na Terra do Nunca, que tem o plano de roubar o coração de Henry para colocar em si mesmo e se tornar imortal. A crescente luta de poder com Pan continua em Storybrooke, o que acaba resultando na reversão completa da maldição de origem. Todos os personagens são devolvidos para a Floresta Encantada, deixando Emma Swan e Henry para trás em Nova York com suas memórias apagadas. Mais tarde, os personagens são misteriosamente trazidos de volta para Storybrooke, mas tiveram suas memórias do ano anterior removidas, e a Bruxa Má do Oeste / Zelena, de Oz, aparece, planejando uma viagem no tempo para mudar seu passado. Então, mais uma vez, Emma é necessária para salvar a sua família. Conhecemos personagens marcantes em nossa infância, como Sininho, a família Darling e Peter Pan, além de outros personagens como Robin Hood e Roland.

 

4ª temporada (2014–2015)

Ver artigo principal: Once Upon a Time (4.ª temporada)

Eventos recentes trazem Elsa até Storybrooke, após a abertura da urna onde ela estava presa ser acidentalmente sugada para dentro do portal. Ao chegar a Storybrooke, Elsa procura por sua irmã Anna com a ajuda de vários personagens, mas em meio à busca acaba encontrando-se a mercê de um plano da Rainha da Neve. Enquanto isso, Regina procura o autor do livro Once Upon a Time de Henry, para que ele possa finalmente dar a ela seu final feliz. No entanto, Gold, com a ajuda de Cruella De VilMalévola e Úrsula, tem seus próprios planos para reescreverem as regras que regem os destinos dos heróis e vilões.

5ª temporada (2015–2016)

Ver artigo principal: Once Upon a Time (5.ª temporada)

Os personagens embarcam em uma missão para Camelot tentando encontrar Merlin, a fim de libertar Emma dos poderes das trevas. Para complicar a situação, o Rei Artur está determinado a alterar o equilíbrio entre a luz e as trevas usando a lendária espada Excalibur. Quando a história e o destino se colidem, consequências inusitadas levam os personagens para o Submundo à procura de salvar a alma perdida de um amigo, onde encontram também as almas daqueles com negócios inacabados e enfrentam um novo vilão, Hades, que pretende prender os heróis em seu domínio para sempre. Reencontramos alguns personagens antigos, como Peter Pan, Cora, Liam Jones, Neal Cassidy, Cruella, James, Mulan, Ruby, Dorothy, e muitos outros.

6ª temporada (2016–2017)

Ver artigo principal: Once Upon a Time (6.ª temporada)

A cidade de Storybrooke está ameaçada pelo alter-ego agora dividido do Dr. Jekyll, o Sr. Hyde, que junto com seus companheiros da Terra das Histórias Não Contadas, lutarão para derrubar os heróis. Após sua falha tentativa de se livrar de seu lado mal, Regina terá de lidar também com a sua auto personificação, a Rainha Má, que foi separada de si e deseja vingança contra os heróis.

7ª temporada (2017–2018)

Ver artigo principal: Once Upon a Time (7.ª temporada)

Em maio de 2017, a série foi renovada para uma sétima temporada contendo 22 episódios,[3] marcando o início de uma reinicialização.[4][5][6] A temporada se passa anos depois, em SeattleWashington, onde Lucy chega com seu livro de contos de fadas para encontrar seu pai, Henry Mills, cuja família está precisando de sua ajuda.[7][8][9] Em fevereiro de 2018, foi anunciado que a sétima temporada seria a última temporada da série.[2]

Desenvolvimento e produção

Concepção

Adam Horowitz e Edward Kitsis escreveram a série em 2004, Antes de entrarem na equipe de roteiristas de Lost, mas queriam esperar até que a série acabasse para se concentrarem neste projeto.[10] O roteiro do piloto foi escolhido em 4 de fevereiro de 2011.[11]

Em maio de 2011, Jane Espenson foi adicionada como um co-produtora executiva e Liz Tigelaar foi interposta como um consultora de produção.[12] Damon Lindelof atuou como consultor no piloto da série. Adam Horowitz descreveu Edward Kitsis como seu "padrinho", dizendo: "Posso estar errado, mas acho que esta é a primeira vez que é mostrado Branca de Neve com uma espada, ou grávida".[13]

Mais tarde, Adam Horowitz e Edward Kitsis enfatizaram que a série focaria mais em os próprios personagens e não apresentam uma história "complexa", que supostamente era o foco principal. "Nós não queremos que este seja um 'show' de mitologia", disse Edward Kitsis. "Trata-se de personagens em primeiro lugar."[14] A série também tem uma sinopse semelhante aos quadrinhos de Bill Willingham, os quais a ABC adquiriu os direitos em 2008, mas nunca conseguiu passar da fase de planejamento. Adam Horowitz e Edward Kitsisafirmam que enquanto os dois conceitos estão "no playground mesmo", eles acreditam que estão "contando uma história diferente".[15] A série surgiu como concorrente de Grimm.

Recepção

Resposta da crítica

No Metacritic, foi atribuída uma pontuação de 66 em cada 100 com "avaliações favoráveis". Kristin dos Santos, da E!, citou a série como uma das cinco novas séries da temporada de 2011–2012 para assistir. Matthew Gilbert, do The Boston Globe, deu a série um "C+" comentando: "A partir de um par de produtores de Lost, esta é uma proposição amor-ou-ódio. A ambição é impressionante, já que nos pede para imaginar a Branca de Neve de Ginnifer Goodwin e a Rainha Má de Lana Parrilla modernas. Mas Jennifer Morrison é um chumbo de madeira, e as histórias passadas – uma coleção aleatória de contos de fadas – não prometem surpreender".

Em uma revisão do St. Louis Post-Dispatch, o crítico de televisão Gail Pennington saudou a série como uma das "Séries Mais Promissoras do Outono" e, ao contrário de Matthew Gilbert, teve notas altas para Jennifer Morrison. Robert Blanco, do USA Today colocou a série em sua lista dos dez melhores, declarando que "não há nada no ar igual a ele". Mary McNamara, do Los Angeles Times, diz preferir desta série a outro drama com tema de conto de fadas, Grimm, citando que a premissa leva o seu tempo construindo o charme e que o produtor "que tem parte pregado". Ela também deu excelentes críticas para a personagem de Jennifer Morrison: "A Emma de Jennifer Morrison é previsivelmente cínica e espinhosa – de conto de fadas da princesa, minha tia Fanny – mas ela é forte e animada o suficiente para manter o público implorando para 'apenas mais algumas páginas' antes de ir dormir".

Vários meios feministas ficaram satisfeitos com a série por seu toque feminista em contos de fadas. Avital Norman Nathman, da revista Bitch, afirmou que gostou da série por "infundir uma sensibilidade feminista" nas histórias. Genie Leslie, em Feministing, comentou que Emma era um "fodona", que ela gostava de como Emma estava "muito convencida de que as mulheres são capazes de tomar suas próprias decisões sobre suas vidas e seus filhos", e como Emma era uma personagem "bem equilibrada" que era "do sexo feminino, mas não agia muito 'feminina'".

 

Natalie Wilson, da revista Ms., elogiou a série como uma liderança feminina forte, de "chutar o traseiro", pela inclusão de várias mulheres fortes que se revezam fazendo a poupança com os homens, para subverter a fetichização do amor verdadeiro, e para lidar com a ideia de o que faz uma mãe de uma forma mais sutil. Wilson passou a afirmar sobre a liderança: "Sua busca de um final feliz "não é sobre encontrar um homem ou ir a um baile todo gussied-se, mas sobre o trabalho de detetive, sobre a construção de um relacionamento com seu filho Henry, e sobre a busca a "verdade" a respeito de porque o tempo está ainda no mundo corrupto de Storybrooke".

Audiência

O episódio piloto da série obteve classificação de 4.0 na faixa etária 18-49 com 12.93 milhões de espectadores. Foi a estreia de temporada de maior audiência entre adultos de 18-49 e a maior estreia do ABC em cinco anos. Os outros próximos três episódios tiveram avaliações consistentes a cada semana com mais de 11 milhões de telespectadores. A série tornou-se o programa nº 1 não-desportivo com os telespectadores e jovens nas noites de domingo.

A primeira temporada estreou como a mais assistida série dramática. O Primeiro episódio da 2.ª Temporada, "Broken" atingiu 11 milhões de espectadores.[16]

Outras mídias

Livros

Além do spin-off, Once Upon a Time ganhou um livro. Escrito por Odette Beane, foi intitulado "Once Upon a Time – O Despertar" e é baseado na primeira temporada da série, com a promessa de levar aos fãs uma visão totalmente diferente de seus personagens favoritos.

História em quadrinhos

Uma histórias em quadrinhos, intitulada Once Upon a Time: Shadow of the Queen, foi lançada em 4 de setembro de 2013 em ambas as formas digitais e de capa dura. A história foi escrita por Dan Thomsen e Corinna Bechko, com arte de Nimit Malavia, Vasilis Lolos, Mike Del Mundo, Stephanie Hans e Mike Henderson. Shadow of the Queen detalha o que acontece depois que a Rainha Má leva o coração do Caçador. ela força a Caçador a cometer o mal, e tentar capturar a Branca de Neve, mais uma vez. O Caçador então enfrenta seu passado, e também conhece Chapeuzinho Vermelho, que está tentando lidar com seu alter ego. Juntos, eles se unem e tentam salvar a Branca de Neve antes que seja tarde demais.[40]

Em 14 de abril de 2014, uma continuação da primeira história em quadrinhos foi lançada, intitulada Once Upon a Time: Out of the Past.[41]

 

Spin-off

Ver artigo principal: Once Upon a Time in Wonderland

Em fevereiro de 2013, Edward Kitsis e Adam Horowitz, junto com os produtores Zack Estrin e Jane Espenson, desenvolveram um spin-off com foco no País das Maravilhas, de Lewis Carroll.[42] A série foi intitulada de Once Upon a Time in Wonderland. O primeiro trailer foi revelado em abril de 2013, e o episódio piloto foi filmado no final de julho ou agosto.[35] Em 10 de maio de 2013, ABC anunciou que tinha aprovado o spin-off e em 14 de maio de 2013, anunciou que o spin-off iria ao ar no horário 20h00ET de quinta-feira.[43] A série estreou em 10 de outubro de 2013, mas foi cancelada[44] após uma única temporada de treze episódios, que terminou em 3 de abril de 2014.[45]

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aprendizados
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APRENDIZADOS

Era uma vez, uma série chamada Once Upon a Time, que conseguiu fazer uma proeza: deixar as famosas narrativas dos contos de fadas ainda mais intensas e, por que não, mais reais. Porém, vale lembrar que o seriado vai muito além de princesas, príncipes encantados e rainhas más. Vai além de realidade e ficção. Vai além de maçãs envenenadas, cochilos eternos e sapatinhos de cristal. Ele vai além. Simples assim. É pura magia!

1. A vida real não é um conto de fadas da Disney

Não querendo desanimar, mas a vida está mais Storybrooke. Nem sempre você vai acordar com um beijo do amor verdadeiro, se casar com o seu príncipe encantado ou resolver os problemas em um passe de mágica. Mas é importante ter consciência disso, para que o desapontamento seja menor.

2. Não devemos julgar pela aparência

A Evil Queen tinha tudo para ser uma das personagens mais odiadas de OUAT. Mas pasmem: ela não é! Muita gente, para não dizer todo mundo, acaba caindo nos encantos da vilã da história da Branca de Neve. Ela é intensa. Ela tem altos e baixos. Ela é realista.

3. Você pode salvar o mundo

Você pode fazer a Emma. Pode acreditar! E há inúmeras formas de se fazer isso. Uma delas é começar salvando mundos que não sejam especificamente os seus. Isto é: ajudando pessoas, pensando no bem maior (mas não como o Dumbledore), fazendo que o mundo a sua volta se torne um lugar melhor. Consequentemente, ele vai se tornar melhor para os outros também.

4. Nem todo mundo é confiável

Tudo bem, você deve escutar isso dos seus pais a vida toda: “não entre em carro de estranhos”, “não aceite doces de desconhecidos”… É que alguns desconhecidos podem ser tão “rumpelstiltskinmente” cativantes. Mas, epa! É justamente aí que mora o perigo. Como diria nosso querido Rumpel: “toda magia vem com um preço”.

5. As pessoas más não nasceram assim

Já dizia Jean-Jacques Rousseau (alô, aula de filosofia): “o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”. Os contos de fadas também têm esse poder de corromper. De início, nós podemos detestar bruxas e rainhas más, simplesmente por elas serem vilãs. Mas, com o tempo, vamos percebendo que elas também têm um passado e um porquê de serem assim tão malignas. Não que isso justifique o mal; apenas faz com que a gente o veja com olhos mais críticos, por assim dizer.

6. O amor pode ser a pior das maldições

Como diria Mary Margareth: “o amor é a pior coisa. Queria que houvesse uma cura mágica”. Como diria Rumplesltilskin: “o amor já matou mais do que qualquer doença”. Nada como exemplos, não? O amor (seja de que tipo for) pode machucar fundo inúmeras vezes, mas lembre-se: essa maldição é inevitável. É quase como se ela fosse o antídoto para o próprio veneno, sabe? Afinal, “o amor verdadeiro é a mais poderosa das magias”.

7. Todo mundo tem o seu final feliz

O que varia de pessoa para pessoa é o conceito de felicidade. O que pode ser um final feliz para você, pode não ser para outra pessoa. E não adianta tentar entender: algumas coisas, simplesmente, fogem da nossa zona de entendimento.

8. Enfrentar o medo é a única maneira de vencê-lo

Regina disse uma vez que, às vezes, você pensa que o mal está longe, mas ele está cara a cara com você, olhando diretamente nos seus olhos. Ei, não fuja nem saia correndo para se cobrir até a cabeça com o edredom. Para vencer o medo, é preciso encará-lo de frente. Mas dispense a maçã de qualquer forma, ok? Só por precaução. 😉

9. Não importanto o quão difícil seja a guerra, o bem sempre vence no final

Nem que ele perca algumas batalhas no meio do caminho. Let it go!

10. A vida real não é, mas pode ser um conto de fadas

Sem fazer a estraga prazeres dessa vez, a vida pode, sim, ser um lugar mágico (de Oz). Às vezes, você acorda pela manhã com um beijo do amor verdadeiro, vive feliz para sempre ao lado do seu príncipe encantado e consegue resolver os problemas mais difíceis em um passe de mágica. Também é importante ter consciência disso, para que os sonhos nunca morram.

curiosidades
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CURIOSIDADES

1. A Branca de Neve e o Príncipe Encantado foram escolhidos de todos os casais de princesas e príncipes para serem o foco central da série simplesmente porque Snow White and the Seven Dwarfs (Branca de Neve e os Sete Anões), de 1937, foi o primeiro filme produzido pela Disney.

2. O papel de Rumplestiltskin foi especificamente escrito para Robert Carlyle.

3. Inicialmente, o nome de Emma iria ser Anna e só mais tarde foi mudado. Ainda a propósito de Emma, Katee Sackhoff (Longmire e Battlestar Galactica) fez audições por cinco vezes para o papel.

4. A cantora Christina Perri dedicou a canção ‘The Words’ do seu segundo álbum, ‘Head or Heart’, a um dos casais principais da série, Emma Swan e o Capitão Hook. Inclusive, o vídeoclipe contou com a participação de Colin O’Donoghue.

 

5. Lana Parrilla pediu aos argumentistas da série que mudassem a relação abusiva entre a sua personagem, Regina, e o filho Henry (Jared Gilmore). A atriz também foi a responsável pela introdução do interesse amoroso de Regina, Robin dos Bosques, na 3.ª temporada.

6. A maioria dos objetos que se encontram na loja de Mr. Gold, em Storybrooke, foram levados para o cenário pelo próprio elenco.

7. Os criadores da série, Adam Horowitz e Edward Kitsis, ofereceram o papel da Fada Azul/Madre Superiora à cantora Lady Gaga. No entanto, segundo Kitsis, nunca tiveram uma resposta por parte da equipa que representa a cantora e o papel acabou por ser atribuído a Keegan Connor Tracy.

8. Paula Marshall (Gary Unmarried e Out of Practice) foi escolhida para o papel de Maleficent, mas acabou por ser substituída por Kristin Bauer van Straten depois de os produtores decidirem que queriam seguir um rumo diferente com a personagem.

9. O personagem de Michael Raymond-James, Neal Cassidy, tem esse nome como homenagem a Neal Cassady, amigo e mentor de Jack Kerouac, escritor de On the Road (Pela Estrada Fora), e um nome importante na Geração Beat (Beat Generation), um movimento constituído sobretudo por escritores e poetas que, no final da década de ’50 e inícios da década de ’60, se tornaram conhecidos. Este movimento é ainda conhecido como uma espécie de embrião daquilo que mais tarde constituiu o movimento hippie. Cassidy e Cassady partilham ainda algumas semelhanças, como o facto de terem estado presos e de ambos terem engravidado a companheira, tendo ela depois ficado sozinha.

10. Elizabeth Mitchell achou que era difícil usar saltos altos nos bosques, por isso sugeriu que a sua personagem,

a Snow Queen, andasse antes descalça.

 

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