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Dr

House

Ética Contextualista
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House, MD

Na série de televisão “House M. D”, que retrata um médico inspirado em Sherlock Holmes, capaz de diagnosticar as mais enigmáticas e raras doenças de seus pacientes, os autores constroem no roteiro uma série de “ruídos” éticos, um conjunto de condições desfavoráveis ao julgamento (decisão diagnóstica):

  • A pressão psicológica dos familiares

  • O pouco tempo de vida que resta ao paciente

  • A ameaça de processos judiciais caso o médico erre o diagnóstico

  • A falta de referencias na literatura médica para casos raros

  • As “pistas” contraditórias que os estranhos sintomas fornecem, apontando “falsos” diagnósticos para os médicos assistentes.

  • A pressão de outros médicos junto à direção do hospital, cansados de lidar com as ocorrências de má conduta do Dr. House.

Portanto, diante de tantos obstáculos ao julgamento, caso o Dr. House errasse -nestes contextos específicos - seria justo dizer que “faltou competência”?

Os roteiristas também construíram uma característica dramática desse personagem para ressaltar ainda mais a tensão com sua prática peculiar da ética:

Dr. House “força os limites” da conduta médica, realizando procedimentos de alto risco, quando considera que é a única forma de conseguir um diagnóstico que possa salvar a vida do paciente.

Portanto, nestes contextos ANORMAIS, atípicos, muito longe das “condições ideais de temperatura e pressão”, para o Dr. House alguns valores preponderam sobre outros:

  • O valor de “AUDÁCIA” se sobrepõe ao “PROFISSIONALISMO” (o respeito ao código de conduta médica);

  • O valor de “AUTO-SUFICIÊNCIA” se sobrepõe ao “TRABALHO EM EQUIPE” (ninguém quer ser “cúmplice” das arriscadas ações do Dr. House)

  • A “PROATIVIDADE” vence a “PRUDÊNCIA"

  • E por fim, o “HEROÍSMO” se sobrepõe ao “RIGOR”.

Assim, a série de TV induz a questão: este médico é “anti-ético”?

Não: sua forma de pensar a ética médica é diferente da maioria de seus colegas.

O Dr. House não é um inconsequente (o verdadeiro “anti-ético), aquele tipo de pessoa incapaz de refletir sobre a consequência de suas decisões – ao contrário! Ele está sempre calculando minuciosamente os riscos e ponderando:

· “Preservar minha reputação” VS “salvar a vida do paciente”

· “Preservar minha licença médica” VS “salvar a vida do paciente”

· “Preservar meu emprego” VS “salvar a vida do paciente”

· “Preservar minha equipe” VS “salvar a vida do paciente”

· “Preservar minha amizade” VS “salvar a vida do paciente”

· “Preservar meu namoro” VS “salvar a vida do paciente”

Sua peculiaridade heroica é arriscar-se para curar os doentes. Portanto o Dr. House não é um psicopata, um sujeito perigoso – pois o psicopara calcula friamente as consequências de suas decisões, mas somente para que elas o favoreçam, independente do impacto negativo que isso possa causar nos outros (ou no meio ambiente).

 

Imerso em contextos desafiadores (doenças raras) a ética do Dr. House pondera os valores de forma flexível, mantendo-se rigoroso apenas com o resultado final: salvar a vida do paciente.

Ele não é rigoroso com valores, portanto: ele é rigoroso com os objetivos e manobra de forma ousada em um ambiente em que as pessoas operam numa lógica de “ética fundamentalista”: ainda que o paciente morra, eu preciso seguir os valores de OBEDIÊNCIA estrita às regras do hospital.

* * * * * * * *

A ideia de “Ética Contextualista” deve ser compreendida como um processo, uma dinâmica de comunicação que se debruça sobre os impactos das decisões humanas e sobre a possível efetivação das responsabilidades sobre estas consequências - algo muito diferente de pensar a ética como um “princípio”, fundamento, essência... Ou pior: como um" objeto imaterial ", algo que se" tem ou não tem ".

Ou seja: você pode praticar a ética, assim como pode praticar um esporte, praticar uma técnica de escultura, praticar um instrumento... Você não pode" ter basquete ", “ter escultor”, “ter violoncelo”.

" Ter ética "- essa noção de posse é extremamente danosa por transmitir a falsa noção de que a ética opera numa lógica binária, de" sim "ou" não ", “existe” ou “não existe” - ter ou não ter (ética), eis a falsa questão! Ao contrário, a visão de praticar a ética traz implícita a possibilidade de um juízo de qualidade nessa prática: você pratica bem a ética?

Para praticar bem a ética contextualista, é preciso estar consciente de que os contextos interferem na tomada de decisão. Uma mesma decisão não pode ser padronizada independente do contexto.

Considere os seguintes fatores abaixo como possíveis formas de descrever o contexto, de modo a esclarecer se haviam condições favoráveis ou desfavoráveis à tomada de decisão:

condições_favoráveis_x_desfavoráveis_de_

A Ética Contextualista também opera os valores implícitos

na tomada de decisão de forma flexível.

Confira esta pequena lista de valores - é possível que você decida que alguns destes valores sejam" desejáveis, aceitáveis "; outros você julgará" repulsivos "ou" indesejáveis ": mas antes, para melhor compreender a justificativa para tamanha" variedade "de valores, consultemos as bases:

o maravilhoso Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa.

Identificamos no Houaiss 23 acepções possíveis, sem contar as expressões idiomáticas que usam a palavra valor. Dentre elas, ignoramos as relativas à economia/finanças/matemática para destacar:

1) Qualidade humana, física ou intelectual;

2) Talento, habilidade, competência;

3) Reconhecimento, dignidade;

4) Importância comparativa (ex: comparar alunos em uma mesma escola;

5) Série de traços culturais, ideológicos, institucionais, morais

6) Conjunto de princípios ou normas que almejam um ideal de conduta a ser buscado.

Eis a parcial lista de valores:

- FAMA

- ESTAR NA MODA

- AGRESSIVIDADE

- SENSUALIDADE

- SACRIFÍCIO

- SILÊNCIO

- RIQUEZA

- FORÇA

- PERFEIÇÃO

- ORGULHO

- SONHAR

- SER O MELHOR

- OBEDIÊNCIA

O exercício de decidir sobre a orientação destes valores (desejável / indesejável) deve seguir em frente; deve evitar a “zona de conforto” de uma perigosa compreensão vulgar, simplória, sobre como os humanos mobilizam valores para orientar suas vidas: o risco de acreditar, erroneamente, que se uma pessoa “tem” um determinado valor, ou “acredita em determinado princípio”, ela seja obrigada a SEMPRE guiar suas ações por este valor, independente do contexto.

Igualmente absurdo crer que as pessoas sejam capazes de SEMPRE agir de forma coerente com os valores que declaram, para si mesmas ou para os outros.

Infelizmente, este equívoco está massivamente disseminado

e é a causa de inúmeras discussões e conflitos.

 

Ou seja, os valores que talvez sejam os mais" populares "não são os únicos; nem sequer são absolutos - ou será que" liberdade, igualdade, fraternidade ", os valores da Revolução Francesa, são uma unanimidade na Europa de hoje - com a xenofobia crescente em todo seu território? Qual o contexto da Revolução Francesa, qual o contexto da França sob ataques terroristas em 2015?

https://thiagovenco.jusbrasil.com.br/artigos/262111168/entenda-o-que-e-etica-contextualista-com-a-serie-de-tv-house-md

Frases de House
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Frases de House

Todo mundo mente.

O fato de você ser infeliz não o torna melhor que ninguém, o torna apenas infeliz.

Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é um psicótico.

Se você acredita em eternidade, então a vida é irrelevante.

Podemos viver com dignidade. Não podemos morrer com ela.

O seu raciocínio não presta. Para a próxima, use o meu!

Perseverança não é igual a merecimento.

Você está me comparando a Deus? Quero dizer, isso é bom, mas só para você saber, eu nunca criei uma árvore.

Quando se quer saber a verdade sobre alguém, essa deve ser a última pessoa a ser consultada.

Nós somos o que as pessoas acham que nós somos.

Bizarro é algo bom. O comum tem milhares de explicações. O bizarro dificilmente tem alguma.

Quando alguém te criticar, apenas responda: sou o que sou e não o que você quer que eu seja.

Se você está morrendo, todo mundo passa a te amar.

Eu sou fisicamente incapaz de ser gentil.

É uma verdade básica da condição humana que todo mundo mente. A única variável é sobre o quê.

A decepção é a raiva dos fracos.

Ah vamos lá... me dê aquele sorriso ensolarado que não contribui com o aquecimento global.

Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes, o futuro depende delas.

A dor nos faz tomar decisões erradas. O medo dela também.

Somos egoístas, seres rastejantes, e, como temos cérebro, com esforço conseguimos absorver algo além da pura maldade.

Se suas ações contradizem suas palavras, eu nunca vou acreditar em você.

Você sabe o que quer, mas foge do que precisa.

Por que Deus ganha crédito quando alguma coisa boa acontece?

As pessoas mentem por milhares de razões. Sempre existe uma razão.

O que você pensa sobre mim não vai mudar quem eu sou, mas pode mudar o meu conceito sobre você.

Gentilezas inesperadas são a principal característica de alguém com más intenções.

Não existem pessoas frias, existem pessoas que aprenderam a bloquear seus sentimentos.

Ganhe o respeito dos demais tendo a ousadia de ser você mesmo.

Eu sei o que é dor, você acha que pode suportá-la, mas um dia percebe que não pode.

Quem disse que o mundo deveria funcionar?

Religião não é o ópio da massa, é o placebo dela.

Adultos não precisam de conversas adultas.

Mau agouro não é diagnóstico.

Tudo na vida é condicional. Só que nem sempre dá pra antecipar as condições.

Só é teimosia se você estiver errado. Se estiver certo, é seguir seus princípios.

Seleção natural é uma desgraça. Escolhemos nossos pares baseados no tamanho dos seios, carros que dirigem...

Há uma razão para a mentira: funciona.

Tudo é racional.

Quase morrer não muda nada, morrer muda tudo.

Por medo, as pessoas precisam esconder o que elas sentem, o que elas são e o quanto elas sofrem.

O problema com as exceções às regras é a linha que as delimita.

Alguém será infeliz um dia. Aceite.

Sofrimento é melhor que nada.

A arrogância tem que ser merecida.

Em vez de averiguar a verdade, faça suposições e imagine o pior.

Existem três opções nessa vida: ser bom em algo, ficar bom ou desistir.

Se argumentos racionais funcionassem com pessoas religiosas, não haveriam pessoas religiosas.

Normal não é normal se você não é normal.

Só ignoramos duas coisas: o que não é importante e o que queríamos que não fosse importante.

Dizem que não vivemos sem amor... Oxigênio é ainda mais importante.

Se não gostam de você, você tem que estar sempre certo, ou não vale nada.

A única coisa errada é não fazer nada.

Não, não existe uma linha tênue entre o amor e ódio. Na verdade, existe uma Muralha da China armada com soldados armados a cada 6 metros, entre o amor e o ódio.

Todo relacionamento que não acaba com separação, acaba em morte. Tudo desmorona no final.

O cérebro das pessoas para de funcionar quando elas pensam que vão perder alguém que amam.

As verdades começam nas mentiras.

Para que não o magoem, o melhor é fechar-se num calabouço e engolir a chave.

É possível acreditar em algo e não viver à altura da crença.

Se nós fossemos nos importar com todas as pessoas que estão sofrendo nesse planeta, a vida iria parar.

Prefiro passar a minha vida junto aos pássaros, do que jogá-la fora desejando ter asas.

As coisas mudam, não significa que melhorem.

Brigas costumam acontecer assim: interpretações diferentes do mesmo acontecimento.

O problema é que, quando não achamos a resposta lógica, nos contentamos com a resposta idiota.

Amor incondicional não existe. Só necessidade incondicional.

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Curiosidades

Existem curiosidades e informações sobre séries que muitas das vezes não são de conhecimento do público em geral. Portanto nada melhor para uma estréia do que trazer o médico mais querido (e odiado) do mundo: House. 

 

… que o hospital Princeton-Plainsboro Teaching não existe?

O local onde o doutor inferniza seus subordinados e sua chefe, além de curar as doenças mais bizarras da face da Terra, não existe na vida real. A estrutura que serve como set de filmagem se localiza na cidade Pricenton, no estado de New Jersey.

 

… que a série foi criada a partir de uma coluna num jornal?

A coluna de diagnósticos da revista do “New York Times” (“The Diagnosis”) foi a principal fonte para a criação da série. David Shore, o roteirista, e Paul Attanasio, produtor-executivo, afirmaram em uma entrevista.

… que os doutores Chase e Cameron já foram noivos na vida real?

Os atores Jesse Spencer e Jennifer Morrison ficaram noivos em 2006, mas o relacionamento não durou muito, sendo rompido pouco tempo depois. Precisamente 8 meses. O motivo da separação é desconhecido.

… que o Dr. Kutner foi morto porque conseguiu trabalho na Casa Branca?

Em abril de 2009 o ator Kal Penn, que interpretava o Dr. Kutner, deixou “House” no final da 5ª temporada para fazer parte do governo americano. Atualmente ele trabalha com a equipe de Barack Obama, ocupando o posto de diretor do Departamento de Relações Públicas da Presidência.

… que House e Sherlock Holmes tem muito em comum?

A mais óbvia das informações. David Shore disse que o personagem de House foi inspirado no conhecido detetive Sherlock Holmes. O número do apartamento de House (221-B) é igual ao da residência do famoso detetive, na Baker Street, em Londres. Os dois são viciados em “drogas”. Solitários. Tem apenas um amigo de verdade. No caso de House, seria o Dr.Wilson; no caso de Holmes, é seu fiel colega Watson. Além disso ambos tem por hobbie tocar um instrumento musical: o primeiro piano e/ou guitarra, o segundo violino.

… que Hugh Laurie conseguiu o papel de House dentro de um banheiro?

O ator Hugh Laurie fez o teste para viver o personagem House no interior de um banheiro na Namíbia. Na época, ele se encontrava gravando o filme O Vôo da Fênix. Segundo o ator, era o único lugar com luz suficiente para gravar.

… que outros atores famosos disputaram com Laurie o papel de House?

Na lista encontravam-se os atores Patrick Dempsey (Grey’s Anatomy), Dennis Leary (Rescue Me) e Rob Morrow (Numb3rs). Hugh Laurie superou todos os demais com sua atuação única do personagem.

… que a melhor média de audiência da série foi na 3ª temporada?

No seu 3º ano, House M.D. conseguiu ser a 7ª série com melhor audiência nos EUA. Nos anos anteriores, ela ocupou a 24º (Ano 1) e a 10º (Ano 2) posição. Na 4ª, 5ª e 6ª temporadas a série começou a perder posições no ranking nacional.

… que Robert Sean Leonard poderia não ter ingressado na série?

O ator que interpreta o querido Dr. Wilson foi convidado no mesmo período que House para atuar na atualmente cancelada série Numb3rs, da CBS. Felizmente, ele recusou o convite dando preferência a série da FOX, na qual ele participaria menos em tela.

… que Lisa Edelstein conseguiu o seu papel por causa de uma prostituta?

Graças ao seu papel como a prostituta Brittany ‘Laurie’ Rollins na série The West Wing, Lisa foi convidada por um dos produtores da série, que era fã de sua personagem, para trabalhar como a Dr. Cuddy em House.

… que Omar Epps (Foreman) já atuou como médico em outra série?

Antes de House, o ator atuou como um médico interno que provocava enormes turbulências no local de trabalho.

A série era ER (Plantão Médico) do canal NBC.

… que a música de abertura da série em vários países europeus é diferente da versão americana?

Nos Estados Unidos e em alguns países, é um trecho da música Teardrop, do grupo Massive Attack.

Nos países europeus, esta versão tem uma sequência musical chamada House. Os produtores, por motivos de direitos de autor e de políticas de copyright, não conseguiram que a sequência original dos Massive Attack fosse utilizada nas versões européias da série.

elenco
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Elenco

House, M.D.[1] ou simplesmente House (no Brasil, Dr. House)[2] é uma série médica norte-americana criada por David Shore e exibida originalmente nos Estados Unidos pela Fox de 16 de novembro de 2004 a 21 de maio de 2012. Seu personagem principal é o Dr. Gregory House, interpretado pelo ator inglês Hugh Laurie. A série passa-se num hospital universitário fictício chamado Princeton-Plainsboro Teaching Hospital, na cidade de Princeton no estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

House é um infectologista e nefrologista que se destaca não só pela capacidade de elaborar excelentes diagnósticos diferenciais, como também pelo seu mau humor, ceticismo e pelo seu distanciamento dos pacientes, comportamento anti-social (misantropia), já que ele considera completamente desnecessário interagir com eles. House comumente entra em conflito com os médicos do hospital, incluindo sua própria equipe de diagnóstico, porque a maior parte de seus diagnósticos a respeito das doenças dos pacientes são baseados em hipóteses controversas e pouco prováveis.

 

Seu descaso com as regras e procedimentos padrão do hospital frequentemente geram atrito com sua chefe, administradora do hospital e reitora da faculdade de medicina Dr.ª Lisa Cuddy (Lisa Edelstein). O único amigo verdadeiro de House é o Dr. James Wilson (Robert Sean Leonard), chefe do departamento de Oncologia. Durante as três primeiras temporadas, a equipe de diagnósticos de House consiste em Dr. Robert Chase (Jesse Spencer), Dr.ª Alisson Cameron (Jennifer Morrison) e Dr. Eric Foreman (Omar Epps).

Ao final da terceira temporada a equipe se separa, remanescendo apenas Foreman. Gradualmente, House seleciona três novos membros para a equipe: Dr.ª Remy "Treze" Hadley (Olivia Wilde), Dr. Chris Taub (Peter Jacobson) e Dr. Lawrence Kutner (Kal Penn). Kutner faz sua última aparição ao final da 5.ª temporada e então só retorna no 22.º episódio da 8.ª temporada. Chase e Cameron continuam aparecendo em diversos papéis no hospital até o início da 6.ª Temporada.

 

À essa altura, Cameron decide sair do hospital e Chase retornar à equipe. Treze se afasta durante boa parte da 7.ª Temporada, e seu espaço é preenchido pela estudante de medicina Martha M. Masters (Amber Tamblyn). Cuddy e Masters saem da série antes do início da 8.ª Temporada. Foreman se torna o novo Reitor de Medicina, enquanto Dr.ª Jessica Adams (Odette Annable) e Dr.ª Chi Park (Charlyne Yi) se juntam à equipe de House.

House esteve entre as 10 melhores séries dos Estados Unidos de sua  à sua 4.ª Temporada. Em territórios lusófonos, o programa é transmitido em vários canais: no Brasil na Universal Channel e na Rede Record, e em Portugal na FOX Portugal e na TVI. House também fora o programa de televisão mais assistido do mundo em 2008 [3] A série recebeu inúmeros prêmios, incluindo cinco Emmys, dois Globos de Ouro, um Prêmio Peabody, e nove People's Choice Awards.

A série conta com oito temporadas completas. No dia 8 de fevereiro de 2012, a Fox anunciou que a 8.ª temporada seria a última da série[4], tendo sua estreia em 3 de outubro de 2011 nos Estados Unidos[5] e no Brasil em 3 de novembro do mesmo ano, encerrando-se em 21 de maio de 2012, no início de outubro de 2018 a Rede Globoadicionou a primeira temporada da série ao catálogo do Globoplay. A série também se encontra no Amazon Prime vídeo

Os Personagens

Os personagens desta série conta vários atores. Antes da equipa final ter sido escolhida, o produtor Bryan Singer quis que House fosse interpretado por um ator norte-americano.[14] Durante as provas de selecção para a série, Hugh Laurie estava nas filmagens de Flight of the Phoenix. Laurie enviou uma gravação vídeo como sua prova de casting

 conseguindo evitar o uso de sotaque britânico da língua inglesa, usando mais o norte-americano. Embora outros atores estivessem referenciados para o papel, tais como Denis Leary (Rescue Me), Rob Morrow (Numb3rs) e Patrick Dempsey (Grey's Anatomy), todos foram postos de parte e Laurie foi o escolhido pela sua interpretação, cativando assim o interesse do produtor.[15]

O ator Robert Sean Leonard (para o papel James Wilson), recebeu, além do convite para o papel na série, um outro convite para a série Numb3rs da CBS que, no entanto, rejeitou pelo facto da personagem em Numb3rs aparecer demasiadas vezes. Quanto menos apareço, melhor!, afirmou. O ator também afirmou sentir-se familiar com o ambiente médico, dado que o seu sogro pratica medicina.[16]

O produtor Singer era fã de Lisa Edelstein no papel de prostituta no filme The West Wing e enviou-lhe uma cópia do guião original. Edelstein gostou da personagem Cuddy e foi ao casting para testar a personagem.[17]

O agente do ator australiano Jesse Spencer sugeriu-o para que fosse a uma audição para a personagem Chase, embora tenha mostrado resistência no início. Spencer receava que a série pudesse a vir a ser demasiado similar a General Hospital. Mal viu o guião, o ator mudou de ideia e persuadiu os produtores para mudar a personagem para um australiano.[18]

Omar Epps, que interpreta o papel de Dr. Eric Foreman, diz que inspirou-se no seu papel de interno turbulento na série da NCB ER.[19] Jennifer Morrison afirmou ter feito a pior audição da sua vida. No entanto, o produtor observou o seu papel noutras séries, uma delas era Dawson's Creek, antes dela mesma ser testada para o papel.[20]

 

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