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Campo  Eletromagnético

campo eletromagnético

DARTORA,

Campo

Eletromagnético

e Ondas

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Quando se fala em magnetismo, logo vem à cabeça a imagem de um ímã, polos positivos e negativos e, é claro, das aulas de Física da escola e os resumos feitos sobre eletromagnetismo. Para quem ainda não chegou lá, vai aí a definição desse fenômeno. O magnetismo é o poder de atração do ferro magnético e a capacidade que ele possui de se orientar na direção norte e sul, um poder indutor – esse conceito é do dicionário.

Outra definição, essa mais científica e aprofundada: o magnetismo é entendido como um fenômeno básico no processo de andamento de geradores, motores elétricos, na reprodução de voz e de imagens, no armazenamento de memória de aparatos tecnológicos, como os computadores, entre outras aplicações. Para suprimir os conhecimentos desses dois parágrafos, tem-se que: o magnetismo acontece quando um elemento atrai pedaços de ferro.

Um objeto bem comum que possui as propriedades atrativas é o ímã. Ele tem dois polos, norte e sul, que são inseparáveis. Portanto, os fenômenos do magnetismo que acontecem nas correntes elétricas, é chamado de eletromagnetismo.

Esse estudo foi desenvolvido pelo físico escocês James Clerck Maxwell, que, por intermédio de suas teorias, conseguiu estabelecer a relação entre magnetismo e eletricidade.

As regras do eletromagnetismo são regidas pelas equações de Maxwell, pois o físico havia descoberto que os fenômenos elétricos e magnéticos da natureza poderiam ser representados por quatro equações. Estas por sua vez são equações bem mais compreendidas por profissionais de ciências.

O que é Eletromagnetismo?

São os computadores, motores elétricos, campainhas e aparelhos de áudio e vídeos. Por fora, são apenas produtos expostos, seja em lojas ou mercados, mas, que na verdade, em seu interior, têm várias aplicações no ramo das ciências. Com o avanço de estudos e pesquisas, observou-se e, logo se estabeleceu uma relação entre o magnetismo e a eletricidade. Antes, como forma de obter energia, usava-se a química, com pilhas e baterias.

Com o avanço dos estudos da eletrostática, os fenômenos elétricos passaram a ganhar mais profundidade, recheando essa área de conhecimento com o eletromagnetismo. Nesse campo, surgiram dois fenômenos: as cargas em movimento e os campos elétricos. O campo elétrico é formado por cargas elétricas, tais como: elétrons, prótons ou íons. As cargas elétricas são responsáveis pelas interações eletromagnéticas e estão sujeitas a uma força, essa, chamada de força elétrica.

As cargas elétricas são simbolizadas pelas letras Q e q. A unidade é calculada em Coulomb, que é uma das grandezas fundamentais do universo e é representada por C. A carga influencia no espaço quando há o surgimento e desaparecimento de fótons e outras partículas com cargas elétricas.

Segundo os cientistas, nosso corpo e os demais materiais são compostos por moléculas. Ao nosso redor, estão localizados diversas partículas menores, chamadas de átomos e, no interior deles, se encontram os elétrons, prótons e os nêutrons. O núcleo dos átomos é formado pela união dos prótons e os nêutrons – e isso não o torna a parte maior da partícula. Os elétrons ocupam grande parcela do material atômico, pois cobrem os átomos formando uma espécie de nuvem em redor do núcleo.

Os elétrons possuem cargas negativas, os prótons, positivas e os nêutrons não têm carga elétrica, ou seja, são neutros. A eletrosfera é a camada de elétrons, carregada negativamente e que cerca os átomos. O núcleo deles é formado por cargas positivas. Essa ideia reforça que o ser humano é feito de partículas que contêm cargas elétricas.

Geralmente, as moléculas e os átomos são neutros, ou seja, a quantidade de elétrons da eletrosfera totaliza o número certo para suprir as cargas elétricas dos prótons localizados no interior dos núcleos. Porém, eles tendem a perder ou ganhar elétrons, tornando os átomos eletricamente carregados. Assim, são chamados de íons. Quando eles se carregam positivamente, são conhecidos como ânions. Por outro lado, no momento em que recebem as cargas negativas, denominam-se cátions.

Dentro do eletromagnetismo são estudados vários segmentos como o magnetismo, a eletrostática, a magnetostática, a eletrodinâmica e os circuitos elétricos.

História do Eletromagnetismo

A história do magnetismo introduz a eletricidade. E, ela começou com as antigas civilizações. Na Grécia, por exemplo, Tales de Mileto já experimentava os efeitos de uma pedra de óxido de ferro que repelia e atraia. Em sua viagem para a Ásia, ele percebeu que essas pedras se fixavam em seu cajado de ferro quando ele o aproximava, numa região chamada de Magnésia. Também, descobriu-se na Grécia que quando atritada uma pedra de âmbar com pêlo de animal, ela adquiria propriedade de atrair pequenas partículas de pó. Além disso, existem indícios da utilização da bússola pelos chineses desde o século III A.C.

Mesmo com todas essas descobertas, não se sabia ao certo qual era a origem desse fenômeno e foi na Idade Média que Petrus Peregrinus relatou suas experiências com o magnetismo. Ele pôde explicar a origem dos fenômenos elétricos e magnéticos, em sua obra chamada Epístola de Magnete, mas não havia explicado a diferenciação entre esses dois tipos de atração, sendo a sua obra desprezada até o final do século XVI.

Depois de muito tempo, o primeiro estudo sobre o assunto foi feito por William Gilbert, um médico de Londres que escreveu o tratado 'De Magnete'. Ele conseguiu mostrar que não é somente a pedra de âmbar que tem essa propriedade de atrair quando é atritada, mas também materiais como o vidro. Em seu tratado afirmou que o planeta Terra era um grande imã e mostrou a diferença entre magnetismo e eletricidade.

Com essas descobertas, outros estudiosos resolveram colocar em prática suas teorias com a construção de aparelhos eletrostáticos, dentre eles Otto Von Guericke, com sua máquina de fricção, que possuía uma bola de enxofre que criava cargas elétricas ao girar. Muitos desses elementos eram criados por admiração e não tinham uma utilidade em si. Com a produção dessas máquinas foi possível descobrir que:

  • Haviam objetos que quando carregados eletricamente se afastavam ou se atraíam.

  • Existiam dois tipos de materiais: os condutores, que conduzem eletricidade, e os isolantes, que não conduzem.

  • Era possível amenizar a eletricidade: na Holanda, Peter von Musschenbroek, descobriu que poderia armazenar uma quantidade considerável de eletricidade dentro da garrafa de Leyden e depois descarregá-la com um choque elétrico.

 

Outro cientista que conseguiu produzir experimentos com a eletricidade foi William Watson que a transmitiu por mais de 3km. Já Benjamin Franklin fez com que pipas que tinham em sua ponta um objeto de ferro, voassem em uma tempestade na tentativa de acumulação das cargas elétricas, assim conseguiu provar que o relâmpago é provocado por um fenômeno elétrico. Com isso, ele criou o para-raio. Foi ele também que criou o termo cargas negativas e cargas positivas, bem como seu conceito.

Campo Eletromagnético

Outro cientista que contribuiu muito para o eletromagnetismo foi Isaac Newton, que iniciou também estudos sobre os efeitos do campo da eletromagnética. No campo eletromagnético, existem dois vetores, normalmente representados pelas letras E e B, que têm valores estabelecidos, de acordo com o lugar ocupado no espaço por eles. Quando eles ficam parados e não têm o valor nulo, são chamados de campo eletrostático.

Os campos magnéticos estão ao redor dos materiais e das correntes. Na Física, é representado por ímã. O desenho tem dois polos (norte e sul) e linhas que saem das extremidades e se encontram no meio. Esse campo parte do resultado da movimentação de cargas elétricas, as chamadas correntes elétricas. A indução eletromagnética sai da variação de um fluxo magnético (grandeza que mede o magnetismo a partir da força e a extensão do campo magnético).

Já a força eletromagnética acontece quando há uma interação entre dois corpos que possuem cargas elétricas ou estão magnetizados. Essas interações são definidas pelas área da física conhecida como eletrodinâmica. É nessa área, que são feitos os estudos dessa interação das cargas em movimento.

Encaminhados na mesma linha de raciocínio, estavam Charles Augustin de Coulomb e Henry Cavendish, que perceberam as substâncias carregadas eletricamente. A partir disso, desenvolveram estudos que indicavam a relação entre as forças.

Em 1785, Charles Augustin de Coulomb, um francês que criou a lei que atualmente conhecemos como lei de Coulomb. Ele descobriu através de um experimento com uma balança de torção, que na interação entre partículas eletrizadas, quando estas possuem o mesmo sinal se repelem, mas quando os sinais são opostos elas se atraem. Essa nova teoria conferiu um caráter especial para o eletromagnetismo. Henry Cavendish também desenvolveu ideias semelhantes que só foram publicadas 100 anos depois por James Clerk Maxwell que havia chegado a mesma conclusão de Coulomb.

Em 1800, é apresentado a primeira obra capaz de produzir uma corrente elétrica contínua, a pilha. Ela foi produzida por Alessandro Volta, um físico italiano. Após isso, outros experimentos com a eletricidade foram sendo realizados, um em destaque, foi feito pelo inglês Humphrey Davy. O experimento, conhecido como eletrólise, consistia em decompor água em oxigênio e hidrogênio através de uma grande quantidade de corrente elétrica produzida por uma pilha enorme com várias placas de zinco e cobre.

 

A partir disso, Davy havia descoberto uma nova maneira de produzir iluminação, o arco voltaico.

Em 1820, foi descoberta a relação da eletricidade com o magnetismo. Hans Christian Oersted, um físico dinamarquês notou, em uma de suas aulas, o efeito térmico das correntes nos fios condutores. Quando uma corrente elétrica era passada em um fio, esta gerava um campo magnético ao seu redor. Essa descoberta deu origem ao desenvolvimento de motores e outros objetos que poderiam se movimentar por meio da eletricidade. A informação se espalhou e outros cientistas começaram a desenvolver novos experimentos sobre isso, como André Marie Ampère, um matemático francês e o físico alemão Georde Simon Ohm, que criou a lei de Ohm.

Michael Faraday, um físico inglês, descobriu após onze anos da descoberta de Oersted que quando colocado um campo magnético ao redor de um fio condutor, era gerada uma corrente nesse fio. O professor americano Joseph Henry também havia chegado a essa conclusão e foi considerado o dono por ter descoberto a força eletro-motriz de auto-indução. Este produziu o primeiro telégrafo eletromagnético.

As teorias sobre as descobertas do eletromagnetismo sempre andaram juntas com a prática e no século XIX, essas ideias eram rapidamente disseminadas para as pessoas. Isso contribuiu muito para o desenvolvimento dessa ciência. Em 1847, Gustav Robert Kirchhoff reformulou duas leis, lei de Kirchhoff, que falava sobre correntes e tensões elétricas e a lei de Ohm que facilitou os estudados da eletricidade.

Telégrafo: o desenvolvimento do eletromagnetismo

O telégrafo é um sistema de transmissão de mensagens entre locais distantes por meio de códigos, que permitiam a rapidez e segurança dessa troca. Ele foi uma das invenções que auxiliaram no desenvolvimento dos estudos com eletromagnetismo. Vários cientistas utilizavam-no para o trabalho como Charles Wheatstone, Wihelm Weber, Karl Friedrich Gauss, Samuel Finley Breese Morse e Werner von Siemens.

Após a sua construção, vários outros aparatos foram criados com a contribuição do eletromagnetismo. O fabricante francês Nicolas Constant Pixii criou um gerador simples de corrente alternada. Um imã em forma de ferradura rodava em bobinas fixas. E, a partir de 1834, geradores de corrente alternadas já eram criados para fins comerciais. Isso era um problema, pois as pessoas estavam acostumadas com as pilhas que possuíam correntes contínuas. Um dos cientistas que mostrou as vantagens das correntes alternadas foi Nicola Tesla que inventou o motor de indução, o sistema polifásico, as lâmpadas fluorescentes e a bobina Tesla.

O nascimento da energia elétrica em larga escala foi surgindo e para o seu uso na época, o único problema era a da comutação, pois havia a necessidade de se produzir uma corrente alternada. Para resolver isso, era necessário a utilização de um transformador, que iria alterar os valores da tensão. Apesar de seus princípios serem conhecidos por Faraday, ninguém tinha coragem de utilizá-los por ser muito perigoso. O primeiro a fazer essa transmissão de energia de alta tensão foi Marcel Deprez, que utilizou o transformador e os princípios da indução.

Nikola Tesla e Galileo Ferraris criaram o motor assíncrono, um motor que utiliza corrente alternada. Na viagem de Tesla para os Estados Unidos, em 1884, ele chegou numa guerra entre engenheiros elétricos. De um lado, Thomas A. Edison defendia a corrente contínua e de outro George Westinghouse, a corrente alternada. Foi Tesla, que com suas invenções mostrou a importância da corrente alternada, a partir de sua atuação na Exposição de Frankfurt em 1891. Outro fato importante foi a criação da lâmpada incandescente, de Thomas A. Edison e Joseph Swan em 1880.

Apesar do uso da bateria e das pilhas terem sido úteis, não seria possível utilizá-las para gerar energia em larga escala, por causa de seu alto custo. Eram necessários novos métodos para suprir a necessidade de iluminação. No final do século XIX, os geradores já atendiam essas exigências e para gerar iluminação em grande quantidade era necessário que fossem construídos grandes geradores. A indústria iniciou a produção de materiais elétricos, centrais elétricas começaram a se espalhar pelo mundo, utilizando a turbina a vapor e a hidráulica (máquinas motrizes) para a geração de energia elétrica. No século XX, as pessoas já puderam desfrutar de energia em suas casas e também de forma industrial.

O físico que propôs a teoria final sobre o eletromagnetismo foi James Clerk Maxwell em 1873. Ele criou as equações gerais e conseguiu sintetizar as principais ideias dessa área do conhecimento.

História do Eletromagnetismo

A história do magnetismo introduz a eletricidade. E, ela começou com as antigas civilizações. Na Grécia, por exemplo, Tales de Mileto já experimentava os efeitos de uma pedra de óxido de ferro que repelia e atraia. Em sua viagem para a Ásia, ele percebeu que essas pedras se fixavam em seu cajado de ferro quando ele o aproximava, numa região chamada de Magnésia. Também, descobriu-se na Grécia que quando atritada uma pedra de âmbar com pêlo de animal, ela adquiria propriedade de atrair pequenas partículas de pó. Além disso, existem indícios da utilização da bússola pelos chineses desde o século III A.C.

Mesmo com todas essas descobertas, não se sabia ao certo qual era a origem desse fenômeno e foi na Idade Média que Petrus Peregrinus relatou suas experiências com o magnetismo. Ele pôde explicar a origem dos fenômenos elétricos e magnéticos, em sua obra chamada Epístola de Magnete, mas não havia explicado a diferenciação entre esses dois tipos de atração, sendo a sua obra desprezada até o final do século XVI.

Depois de muito tempo, o primeiro estudo sobre o assunto foi feito por William Gilbert, um médico de Londres que escreveu o tratado 'De Magnete'. Ele conseguiu mostrar que não é somente a pedra de âmbar que tem essa propriedade de atrair quando é atritada, mas também materiais como o vidro. Em seu tratado afirmou que o planeta Terra era um grande imã e mostrou a diferença entre magnetismo e eletricidade.

Com essas descobertas, outros estudiosos resolveram colocar em prática suas teorias com a construção de aparelhos eletrostáticos, dentre eles Otto Von Guericke, com sua máquina de fricção, que possuía uma bola de enxofre que criava cargas elétricas ao girar. Muitos desses elementos eram criados por admiração e não tinham uma utilidade em si. Com a produção dessas máquinas foi possível descobrir que:

  • Haviam objetos que quando carregados eletricamente se afastavam ou se atraíam.

  • Existiam dois tipos de materiais: os condutores, que conduzem eletricidade, e os isolantes, que não conduzem.

  • Era possível amenizar a eletricidade: na Holanda, Peter von Musschenbroek, descobriu que poderia armazenar uma quantidade considerável de eletricidade dentro da garrafa de Leyden e depois descarregá-la com um choque elétrico.

 

Outro cientista que conseguiu produzir experimentos com a eletricidade foi William Watson que a transmitiu por mais de 3km. Já Benjamin Franklin fez com que pipas que tinham em sua ponta um objeto de ferro, voassem em uma tempestade na tentativa de acumulação das cargas elétricas, assim conseguiu provar que o relâmpago é provocado por um fenômeno elétrico. Com isso, ele criou o para-raio. Foi ele também que criou o termo cargas negativas e cargas positivas, bem como seu conceito.

Campo Eletromagnético

Outro cientista que contribuiu muito para o eletromagnetismo foi Isaac Newton, que iniciou também estudos sobre os efeitos do campo da eletromagnética. No campo eletromagnético, existem dois vetores, normalmente representados pelas letras E e B, que têm valores estabelecidos, de acordo com o lugar ocupado no espaço por eles. Quando eles ficam parados e não têm o valor nulo, são chamados de campo eletrostático.

Os campos magnéticos estão ao redor dos materiais e das correntes. Na Física, é representado por ímã. O desenho tem dois polos (norte e sul) e linhas que saem das extremidades e se encontram no meio. Esse campo parte do resultado da movimentação de cargas elétricas, as chamadas correntes elétricas. A indução eletromagnética sai da variação de um fluxo magnético (grandeza que mede o magnetismo a partir da força e a extensão do campo magnético).

Já a força eletromagnética acontece quando há uma interação entre dois corpos que possuem cargas elétricas ou estão magnetizados. Essas interações são definidas pelas área da física conhecida como eletrodinâmica. É nessa área, que são feitos os estudos dessa interação das cargas em movimento.

Encaminhados na mesma linha de raciocínio, estavam Charles Augustin de Coulomb e Henry Cavendish, que perceberam as substâncias carregadas eletricamente. A partir disso, desenvolveram estudos que indicavam a relação entre as forças.

Em 1785, Charles Augustin de Coulomb, um francês que criou a lei que atualmente conhecemos como lei de Coulomb. Ele descobriu através de um experimento com uma balança de torção, que na interação entre partículas eletrizadas, quando estas possuem o mesmo sinal se repelem, mas quando os sinais são opostos elas se atraem. Essa nova teoria conferiu um caráter especial para o eletromagnetismo. Henry Cavendish também desenvolveu ideias semelhantes que só foram publicadas 100 anos depois por James Clerk Maxwell que havia chegado a mesma conclusão de Coulomb.

Em 1800, é apresentado a primeira obra capaz de produzir uma corrente elétrica contínua, a pilha. Ela foi produzida por Alessandro Volta, um físico italiano. Após isso, outros experimentos com a eletricidade foram sendo realizados, um em destaque, foi feito pelo inglês Humphrey Davy. O experimento, conhecido como eletrólise, consistia em decompor água em oxigênio e hidrogênio através de uma grande quantidade de corrente elétrica produzida por uma pilha enorme com várias placas de zinco e cobre.

 

A partir disso, Davy havia descoberto uma nova maneira de produzir iluminação, o arco voltaico.

Em 1820, foi descoberta a relação da eletricidade com o magnetismo. Hans Christian Oersted, um físico dinamarquês notou, em uma de suas aulas, o efeito térmico das correntes nos fios condutores. Quando uma corrente elétrica era passada em um fio, esta gerava um campo magnético ao seu redor. Essa descoberta deu origem ao desenvolvimento de motores e outros objetos que poderiam se movimentar por meio da eletricidade. A informação se espalhou e outros cientistas começaram a desenvolver novos experimentos sobre isso, como André Marie Ampère, um matemático francês e o físico alemão Georde Simon Ohm, que criou a lei de Ohm.

Michael Faraday, um físico inglês, descobriu após onze anos da descoberta de Oersted que quando colocado um campo magnético ao redor de um fio condutor, era gerada uma corrente nesse fio. O professor americano Joseph Henry também havia chegado a essa conclusão e foi considerado o dono por ter descoberto a força eletro-motriz de auto-indução. Este produziu o primeiro telégrafo eletromagnético.

As teorias sobre as descobertas do eletromagnetismo sempre andaram juntas com a prática e no século XIX, essas ideias eram rapidamente disseminadas para as pessoas. Isso contribuiu muito para o desenvolvimento dessa ciência. Em 1847, Gustav Robert Kirchhoff reformulou duas leis, lei de Kirchhoff, que falava sobre correntes e tensões elétricas e a lei de Ohm que facilitou os estudados da eletricidade.

Telégrafo: o desenvolvimento do eletromagnetismo

O telégrafo é um sistema de transmissão de mensagens entre locais distantes por meio de códigos, que permitiam a rapidez e segurança dessa troca. Ele foi uma das invenções que auxiliaram no desenvolvimento dos estudos com eletromagnetismo. Vários cientistas utilizavam-no para o trabalho como Charles Wheatstone, Wihelm Weber, Karl Friedrich Gauss, Samuel Finley Breese Morse e Werner von Siemens.

Após a sua construção, vários outros aparatos foram criados com a contribuição do eletromagnetismo. O fabricante francês Nicolas Constant Pixii criou um gerador simples de corrente alternada. Um imã em forma de ferradura rodava em bobinas fixas. E, a partir de 1834, geradores de corrente alternadas já eram criados para fins comerciais. Isso era um problema, pois as pessoas estavam acostumadas com as pilhas que possuíam correntes contínuas. Um dos cientistas que mostrou as vantagens das correntes alternadas foi Nicola Tesla que inventou o motor de indução, o sistema polifásico, as lâmpadas fluorescentes e a bobina Tesla.

O nascimento da energia elétrica em larga escala foi surgindo e para o seu uso na época, o único problema era a da comutação, pois havia a necessidade de se produzir uma corrente alternada. Para resolver isso, era necessário a utilização de um transformador, que iria alterar os valores da tensão. Apesar de seus princípios serem conhecidos por Faraday, ninguém tinha coragem de utilizá-los por ser muito perigoso. O primeiro a fazer essa transmissão de energia de alta tensão foi Marcel Deprez, que utilizou o transformador e os princípios da indução.

Nikola Tesla e Galileo Ferraris criaram o motor assíncrono, um motor que utiliza corrente alternada. Na viagem de Tesla para os Estados Unidos, em 1884, ele chegou numa guerra entre engenheiros elétricos. De um lado, Thomas A. Edison defendia a corrente contínua e de outro George Westinghouse, a corrente alternada. Foi Tesla, que com suas invenções mostrou a importância da corrente alternada, a partir de sua atuação na Exposição de Frankfurt em 1891. Outro fato importante foi a criação da lâmpada incandescente, de Thomas A. Edison e Joseph Swan em 1880.

Apesar do uso da bateria e das pilhas terem sido úteis, não seria possível utilizá-las para gerar energia em larga escala, por causa de seu alto custo. Eram necessários novos métodos para suprir a necessidade de iluminação. No final do século XIX, os geradores já atendiam essas exigências e para gerar iluminação em grande quantidade era necessário que fossem construídos grandes geradores. A indústria iniciou a produção de materiais elétricos, centrais elétricas começaram a se espalhar pelo mundo, utilizando a turbina a vapor e a hidráulica (máquinas motrizes) para a geração de energia elétrica. No século XX, as pessoas já puderam desfrutar de energia em suas casas e também de forma industrial.

O físico que propôs a teoria final sobre o eletromagnetismo foi James Clerk Maxwell em 1873. Ele criou as equações gerais e conseguiu sintetizar as principais ideias dessa área do conhecimento.

Experimentos práticos sobre Eletromagnetismo

Campo Magnético de um fio

Esse experimento é simples e pode ser feito por qualquer pessoa, pois tem um custo baixo. Ele tem o objetivo de mostrar que é possível criar um campo magnético através da eletricidade. Ele foi realizado pela primeira vez em 1920 por Hans Christian Orsted.

Materiais:

  • Bússola

  • 1 fio de cobre comum

  • 1 pilha

 

Como fazer: Se o fio não for desencapado, retire a capa de proteção das pontas. Depois disso, coloque a agulha da bússola para o Norte. Conecte as pontas do fio na pilha para que a corrente passe por ele. Por último, coloque o fio na bússola no sentido norte-sul ou leste-oeste. Quando isso é feito, a agulha da bússola sofre uma deflexão, ou seja, sai de sua posição e começa a se movimentar.

CUIDADO: 

Não faça esse experimento utilizando a tomada (corrente alternada) ou bateria de carro, pois a corrente que é produzida é muito perigosa.

Geração de movimento por Campos Magnéticos: Motor Elétrico

O motor elétrico foi uma das invenções que gerou maior impacto para a sociedade e contribuiu para a Revolução Industrial, pois com sua criação, foram substituídas as máquinas a vapor.

Materiais:

  • 1 Pilha de 1,5V

  • 1 Fio de cobre com cerca de 20 cm de comprimento desencapado nas pontas

  • 1 Parafuso

  • 1 Imã de neodímio (imã que pode ser encontrado em fones de ouvido)

 

Como fazer: Primeiro deve ser colocado o imã de neodímio na cabeça do parafuso. Depois, procure encostar a outra ponta do parafuso no polo negativo da pilha. Quando fizer isso, o imã ficará grudado ao parafuso. Após isso, pegue o fio e insira-o na extremidade onde está o polo positivo da pilha. Mantenha pressionado. Depois encoste a outra ponta do fio no imã, que está na cabeça do parafuso. Observe que o parafuso irá girar rapidamente.

Aplicações do Eletromagnetismo

A parte prática dos estudos acerca do eletromagnetismo pode ser vista em vários aparelhos usados no dia a dia. Quando você chega em casa e o estômago avisa que está na hora de comer, mas você quer ter um alimento quente, rapidamente, pode usar o micro-ondas. Ele, o tempo inteiro, gera campos elétricos que oscilam no tempo.

No momento que você precisa entrar em contato, seja com um ente querido, com a pessoa amada, um parente distante ou um amigo, não é necessário procurar o telefone público, se for possuidor de um telefone móvel. O aparato tecnológico faz parte do nosso dia a dia e tem muita gente que diz não conseguir viver sem ele. Os celulares captam e geram campos eletromagnéticos, através de ondas. Isso permite as comunicações à longa distância.

Aquelas chapas pretas que encontramos em casas modernas, capazes de absorver a energia solar, por incrível que pareça, recebem ondas eletromagnéticas: elas captam a energia dos raios solares e convertem em energia elétrica. Uma ótima contribuição para o meio ambiente, uma vez que a energia é limpa.

Nas grandes cidades, existem prédios enormes chamados de arranha céu. Muitos chegam a mais de 50 andares. Para subir todos esses andares, só com um preparo físico invejável. Mas, como nem todos podem se preparar – ainda mais para subir escadas – foram inventados os elevadores. Do mesmo modo, o eletromagnetismo entra também em instrumentos usados na medicina, para os cirurgiões, nas máquinas de ressonância, nas antenas de emissoras de rádio, tv, etc.

radiação eletromagnética
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Representação esquemática de uma onda eletromagnética linearmente polarizada produzida por um dipolo elétrico oscilante (à esquerda). A onda se propaga ao longo do eixo horizontal com comprimento de onda λ (ao centro). O campo elétrico, o campo magnético e o vetor de onda são representados, respectivamente, em azul, vermelho e preto (à direita).

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Poder do eletromagnetismo
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O poder do campo eletromagnético do coração

De acordo com os estudos científicos do Instituto HeartMath, o coração possui um campo de energia em forma ovulada que se propaga além do corpo.

Os pesquisadores descobriram que o campo de energia eletromagnética do coração é muito mais poderoso que o do cérebro, gerando cerca de 100 vezes mais energia elétrica e 5000 vezes mais energia magnética e que estas se sincronizam com a energia do cérebro, tanto da própria pessoa quanto de outras, capaz de interferir na saúde, humor e bem-estar.

Diversos outros estudos foram feitos e os cientistas descobriram que a energia de determinada emoção era capaz de alterar o DNA humano (mesmo este separado por quilômetros do corpo), tanto de forma benéfica quanto ruim, dependendo da emoção, sendo ela elevada ou não.

Muitos anos antes destes experimentos, o russo Vladimir Poponin nos mostrou que o DNA humano exercia um efeito direto sobre a vibração da luz (fótons). Ligando os fatos, o DNA humano se conecta com a energia que interliga todo Universo e as emoções são as ferramentas para que possamos usufruir dela a nosso favor.

Isso significa que estamos conectados e somos criadores e participantes ativos da realidade. O Universo é mental e muda de acordo com a consciência coletiva.

A sua realidade pode ser transformada e criada da maneira que o seu coração desejar, genuinamente. Não basta apenas pensar positivo, mas, sim, sentir do fundo da sua alma, e as vibrações geradas por tais emoções trarão até você, através da Lei da Vibração, onde semelhante atrai semelhante, a realidade que você almeja.

Não basta apenas desejar ou pensar, é preciso que você visualize,sinta e propague para receber.

É preciso coerência, que o desejo seja de alma e não de ego.

Universo não desobedece suas próprias leis

O universo é regido por algumas leis e pude comprovar, ao longo dos anos, a eficácia de seu funcionamento. 

Quero falar especificamente de aceitação. Quando você se depara com uma situação difícil isso gera um descontentamento, porque estamos tão acostumados a lidar com nosso egoísmo, que qualquer coisa que fuja ao nosso ilusório controle, gera insatisfação.

A gente, mal-acostumado, quer que tudo ocorra dentro da nossa programação mental e se as coisas se apresentam mal ou apenas diferentes do que imaginamos, já é razão para uma frequente raiva, impaciência ou frustração.

Assim, impacientes, tristes ou furiosos emitimos vibrações negativas que não só pioram o acontecimento, como podem afastar de vez um objetivo traçado.

Experimente mudar sua atitude, e não adianta fingir uma mudança porque para o universo não existe brincadeira.

Tente realmente mudar seu sentimento, é difícil no começo, mas encare como um treinamento, porque o resultado é infalível, tendo em vista que é impossível o universo desobedecer suas próprias leis.

Então, sempre que acontecer algo que fugiu ao seu controle, sempre que você já tiver feito o que estava ao seu alcance, visando uma determinada consequência, mas o resultado foi outro, imediatamente aceite aquela situação, mas aceite totalmente e sinta desapego da questão.

Pense da seguinte forma: fiz o meu possível e aconteceu o que eu não previa, então, que assim seja, se é assim, assim está bom. Em seguida, esqueça a questão, você já aceitou, agora pratique o desapego e vá ocupar seu tempo com outras coisas, não fique mais pensando ou se preocupando com aquilo.

Sabe o que vai acontecer? Você se surpreenderá, porque a situação terá uma total reversão e você ficará surpreso/a com um novo rumo dos acontecimentos.

Aquela situação desagradável que você aceitou vai, imediatamente, ser revertida a seu favor, como um mágico prêmio de recompensa por sua paciência, mesmo que o fato fuja ao seu entendimento.

O hábito de reclamar demonstra insatisfação com a obra divina do momento e contribui para atrasar ou impedir a manifestação do seu real desejo.

O que você não espera e acontece como situação desfavorável é apenas um teste para comprovar seu amadurecimento como aprendiz da vida ou merecimento diante de uma importante questão.

Um não gera sempre um afastamento, atraso ou bloqueio e se somos inflexíveis, o mundo que é um imenso espelho, vai refletir de volta para você essa inflexibilidade, apresentando situações difíceis e imutáveis ou pessoas intransigentes e desagradáveis, para seu próprio aperfeiçoamento, até que você aprenda bem a lição.

Quando as oportunidades ou momentos inesperados surgem, é sempre muito proveitoso aceitar de coração, dizer sim, que assim seja então, ao invés de negar ou repelir, porque nesse ir e vir, se você aceita de peito aberto, surgem coisas boas e surpreendentes daquela questão e todas favoráveis a você, como gratidão.

Então ao invés de se irritar, aproveite cada coisa inesperada que surgir em seu caminho para fazer uma rápida reflexão, porque todo capricho do destino reflete um pouco do nosso egoísmo ou da nossa indecisão.

Não estamos sós nesse mundo. Aproveite para despertar e não continuar sendo um sonâmbulo pela vida.

Que tal romper a prisão da mente e seguir em frente disposto a não mais calar tudo de bom que existe em você, embora muitos não consigam enxergar? Que tal continuar tendo e traçando seus sonhos e planos mas acrescentar na lista objetivos grandiosos não só para você e sua vida, mas para o futuro brilhante de outros ou para o progresso do mundo?

Seja ajuda humanitária, social, seja interação ou doar um pouco do seu tempo ou amizade para a humanidade, seja lá o que for, mas desperte, queira, faça.

Você tem todo o poder que desejar, você é o secretário de Deus com a agenda cheia de compromissos e eventos sociais para executar, dedique-se, porque mesmo sem esperar, ganhará promoção, aumento de salário e a vida serena, plena de encantos e com a melhor compensação de todas, a paz da consciência que permite um sono tranquilo e cheio de bons sonhos nas noites, todos possíveis de serem realizados em cada nova manhã e reservados com bônus aos que aceitam os ônus como parte do processo de ensino aprendizagem, onde todos somos mestres colaboradores nessa mágica jornada da vida.

contato com seu campo de energia espiritual

A energia, em todas as suas formas – riqueza, alegria, juventude e inspiração divina – é abundante e sem fim.

Mas, às vezes, a vida nos envia barreiras e desafios que podem nos fazer sentir isolados, desconectados e até sozinhos.

Nestes tempos indesejáveis, nossa energia pode parecer limitada ou mesmo esgotada – mas isso é apenas uma ilusão.

Todos nós temos a capacidade de elevar ou diminuir nossa vibração de energia, com base nos pensamentos que escolhemos, nas emoções que sentimos, nas ações que tomamos e no alinhamento com a nossa alma.

Mas precisamos aprender a obter esse nível de vibração.

Por exemplo, suponha por um momento que há um aspecto de você – seu eu superior, se quiser – que é tão profundamente poderoso e vibra a um calor tão alto que poderia, potencialmente, derreter o sol.

Ou, na extremidade oposta do espectro, quando você irradia um campo de energia mais baixo e sua vibração é muito “fria”, seu corpo não pode funcionar no nível desejável.

Portanto, para, efetivamente, aproveitar a energia espiritual, sua vibração deve ser elevada, conscientemente, diligentemente e com compreensão, discernimento e sabedoria.

Você pode, não apenas reverter um estado de “baixa energia” quando trabalha e se conecta ao seu eu superior, mas também pode acumular excelentes benefícios, como riqueza, alegria, juventude e inspiração, ao fazê-lo.

Assim como você treina seu corpo pelo exercício físico e você treina sua mente através da leitura, criação e resolução de problemas – seus atributos espirituais também precisam ser “exercitados”.

Alguém que procura aproveitar sua energia espiritual,  conectar-se com seu eu mais elevado e desvendar os mistérios do propósito de sua vida, pode tropeçar no início, mas dado o tempo, terá sucesso. Isso inclui você.

Para começar, abaixo estão os cinco principais passos para explorar a energia do seu poder superior:

1. Aceitação

Veja o tempo como amigo.

Uma verdadeira conexão com sua energia espiritual, não pode ser forçada. O seu eu mais elevado é sábio e usa o tempo para guiá-lo. Abrace o tempo como um velho amigo projetado para protegê-lo de agir rápido demais – ou de se afastar muito, antes que seja tarde demais. É mais uma questão de receber do que de perseguir.

2. Medite – Diariamente!

A meditação ajuda a capacitá-lo a dominar uma ampla gama de campos de energia. Isso torna sua mente e energia mais fortes e impede que você seja sugado pela energia negativa de outras pessoas – como, por exemplo, um colega de trabalho desgastante. Quando você toma o tempo para acalmar sua mente e todas as suas histórias negativas – a única que resta é a verdadeira. E a partir daqui, você pode explorar campos de energia mais fortes, como aqueles que irradiam da luz e do amor.

3. Pratique Yoga

Quando eu tive que reconstruir meu corpo basicamente do zero – estudei todas as dinâmicas de fitness, incluindo artes marciais, pilates e treinamento de desempenho avançado.

E depois de mais de 15 anos de prática diligente, estudando e aperfeiçoando metodologias de treinamento com centenas de clientes, posso realmente dizer que, se fosse forçado a escolher uma disciplina – seria Yoga.

O Yoga ajuda a disciplinar sua mente e treina seu sistema nervoso, por isso é mais fácil para você processar a energia espiritual.

Recomendo vivamente que você pratique yoga duas vezes por semana.

4. Sorria e chore

Rir e chorar são dois dos maiores presentes que nos são oferecidos.

Ambos nos permitem curar, purificar e liberar blocos que, de outra forma, deixariam em baixa nossa vibração. Isso facilita nosso trabalho de explorar um nível mais alto de energia espiritual.

5. Pratique o amor-próprio consciente

Nunca duvide do quão verdadeiramente incrível você é! Você merece amor e muita coisa – de si mesmo. E assim que você puder dar a si mesmo mais amor, estará muito mais perto de aproveitar a incrível energia que seu eu superior possui!

Como nossa energia está constantemente em movimento e mudando, nossa conexão com nosso campo de energia superior também mudam. Portanto, para garantir uma relação saudável, devemos escolher nossos pensamentos, emoções e reações, com sabedoria.

Prova de Fé

 

Uma querida seguidora me pediu para falar sobre este assunto e escreveu: Acreditar nos sinais – O corpo sente vibração tão leve neste momento. É a prova da fé. Entregue. Confie. Pergunta: o ser humano tende a duvidar, como evitar isso?

Muitos são os sinais pois muitas são as nossas conexões, seja através de pensamentos que não sabemos de onde vieram, seja através de objetos que vemos e nos trazem uma crença em relação a eles, cheiros que aparecem de repente e toda uma gama de crenças que temos e nos remetem a algum significado especial.

Mas como somos incentivados a não acreditar em nós mesmos, e sempre pegarmos nosso poder de concretizar e colocamos no outro, acabamos duvidando de nossa capacidade universal em tornar as coisas reais.

Não pegue seu poder e deixe na mão do outro, achando que ele é mais poderoso que você, que a crença dele tem mais alcance que a sua, pois somos todos iguais criados com o mesmo amor, e com a mesma capacidade.

O que podemos encontrar são pessoas ou que se aproveitam que você não acredita em si mesmo, e tiram proveito disso ou pessoas que acreditam em si mesmas e conseguem concretizar “milagres” em suas vidas e nas dos outros, apenas por acreditar que podem e isso pode ser exercitado por qualquer pessoa.

Tire as crenças limitantes e, principalmente, enfrente seus medos. Eles existem para paralisar você.

Tudo aquilo que nos causa medo serve para exercitarmos a coragem. Uma vez que olharmos para nosso medo e acreditarmos que somos capazes de vencê-lo, ele por si se desfaz.

Estas são algumas maneiras de você permitir que os sinais cheguem até você. Sinta seu Eu Superior, Deus, ou qualquer força que acredite através dos sentimentos de: paz, serenidade, alegria, amor e tudo que causar leveza e harmonia em você.

Estes são sinais de que Deus está falando com você: Está tudo bem, vá em frente, Eu estou aqui, você pode e consegue tudo que determinar para si próprio.

E como sentir isso? Tudo que fizer fora que remete a estes sentimentos dentro, e cada pessoa tem seu jeito próprio como: olhar o mar, tomar banho de cachoeira, ouvir um pássaro, ver o azul do céu, um sorriso de uma criança, lembranças de momentos felizes, ajudar o outro, amar a si mesmo e muitos outros.

São maneiras de você exercitar seu melhor. Fazendo isso, você cria uma emoção positiva que atrai para seu amanhã mais situações que façam você viver estes sentimentos novamente.

Lembrando-se de que se for pelo caminho inverso (negativo), vai atrair o que estará alimentado hoje e com isso não terá disposição para ver os sinais tão claros em nosso dia a dia.

Mas a escolha é de cada um e sabemos que no final só tem um caminho, por mais que se escolha primeiro viver tudo em sua versão mais difícil, uma hora todos alcançarão o mesmo patamar… e voltaremos todos para casa. Porque somos todos Um. E assim é!

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